Alocar um profissional ou contratar uma fábrica de software?

Publicado: 09/08/2011 em Notícias

Por Eduardo Aguilar, Administradores.com.br

Empresas de todos os portes já descobriram as vantagens de adquirir sistemas de TI que facilitem suas atividades. Tanto que o aumento de serviços neste setor está crescendo em todo o mundo. Segundo o Gartner, a expectativa é que sejam gastos 817,9 bilhões de dólares neste setor somente este ano, o que representa um crescimento de 4,6% no mundo.
O Brasil está seguindo esta tendência, o mercado brasileiro de TI terá crescimento de 13% em 2011, somando aproximadamente 39 bilhões de dólares em investimentos, segundo a consultoria IDC. Nos dias atuais, é impossível pensar em uma empresa que não invista em sistemas de TI. E a previsão dessas empresas é aumentar ou manter esses volumes de investimentos.

A alocação de profissionais ou a contratação do desenvolvimento externo de sistemas são as duas formas de terceirização mais conhecidas. Com a alocação de profissionais, a gestão do desenvolvimento do sistema fica por conta da empresa contratante. Já com a contratação de uma fábrica de software para o desenvolvimento do sistema, a empresa contratada deve entender a necessidade do cliente, definir o escopo, desenvolver e entregar o sistema pronto, ficando responsável por toda a gestão.

Contudo, cada empresa tem uma necessidade específica, pois é possível terceirizar os serviços para realizar desde pequenas manutenções até o desenvolvimento de grandes projetos. Em certos casos, é necessário combinar alocação de profissionais com projetos de fábrica de software.

Para não sobrecarregar os funcionários e comprometer o crescimento da atividade fim das empresas, uma das alternativas adotadas é a terceirização dos serviços da área de TI. Essas empresas obtêm inúmeras vantagens, pois conseguem alavancar desenvolvimentos de sistemas, os quais os colaboradores internos não conseguem atender, por estarem com as atenções voltadas para o core business da organização.

Com a terceirização, os gestores não precisam selecionar, contratar, qualificar e posteriormente demitir. Não há necessidade de passar por todo esse processo burocrático. A terceirização permite que haja um profissional capacitado para desenvolver o projeto, mas sem o ônus desses processos.

Claro que os cenários são variados e não há nenhuma pesquisa que comprove a redução dos valores, mas com a contratação de uma empresa de alocação, esses serviços estão sob responsabilidade da empresa contratada.

Quando a empresa opta por alocar profissionais, na maioria das vezes, é porque não há especificações necessárias ou elas mudam com rapidez.
A outra forma de terceirização, que é contratar uma empresa para desenvolver o sistema, tem a vantagem da gestão do projeto ficar sob responsabilidade da empresa contratada. Assim sendo, ela gerenciará e desenvolverá o projeto dentro do prazo e orçamento definidos.

Neste caso, exige-se uma especificação clara dos serviços com um alto grau de precisão. Mesmo assim, é importante que o cliente acompanhe a gestão, geralmente por meio de reuniões semanais e relatórios, assim como a atualização do cronograma e ajustes de prioridades.

Tanto na alocação de profissional quanto na contratação de uma fábrica de software, deve existir uma relação de confiança entre as partes. Analisar o currículo da empresa e sua história é fundamental, mas o contato com clientes e visitar a empresa, fazem toda a diferença.

As variáveis que permitem decidir um caminho ou outro nem sempre são financeiras, tem a ver com organização interna das empresas, capacidade de gerenciamento e principalmente comprometimento.

As fronteiras são sempre sutis, mas aqui vão algumas dicas na hora da escolha:

– Quando determinar se o projeto deve ser desenvolvido internamente ou por equipe externa?

– Quando a especificação, detalhamento, desenvolvimento e gerenciamento do projeto não podem ser realizados pela equipe interna.

Uma vez decidido que o projeto a ser desenvolvido deverá ser terceirizado, deve-se definir a forma de terceirização, alocação de profissionais ou fábrica de software, considerando os seguintes aspectos:

– Espaço físico disponível.

– Softwares e hardwares necessários.

– Prazo de entrega.

– Disponibilidade de gestão.

– Custo do serviço.

Cada caso merece uma atenção especial por se tratar de uma venda consultiva.

Fonte: Administradores.com.br

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